As nossas etapas, todas importantes. Onde cada uma fecha decisões concretas antes de a seguinte começar — o que torna o orçamento e a obra previsíveis.

Etapa 01 de 04
A primeira conversa não é sobre madeiras nem sobre acabamentos. É sobre a rotina da casa: quem usa a divisão, o que tem de ser arrumado, o que incomoda hoje, o que não pode mudar. Medimos o espaço como ele está — com o pilar fora de esquadria, o teto que desce, o rodapé que já existe — porque é contra essa realidade que a peça vai ser feita.
Etapa 02 de 04
Passamos do levantamento à peça: volumes, alturas, profundidades, sentido do veio, onde caem as juntas, como se abre, onde entra a luz, por onde passam os cabos. É nesta etapa que se escolhem as madeiras e os acabamentos, e é aqui que as decisões custam pouco — depois de a peça estar cortada, custam sempre mais.
Etapa 03 de 04
A produção acontece na oficina, componente a componente. O trabalho concentra-se onde o olho pousa: o encontro entre duas madeiras, a folga constante entre frentes, a aresta, o remate contra a parede, o acabamento que tem de resistir ao uso diário sem perder o toque da madeira.
Etapa 04 de 04
Montamos no local, ajustando a peça às irregularidades reais da construção — a parede que não está a prumo, o pavimento que sobe, o teto que não é paralelo. É este acerto final, feito com a peça já em obra, que faz a diferença entre um móvel encostado e um móvel que pertence àquele espaço.